O poder que vem do seu nome

Muitas pessoas odeiam o nome que receberam outras não querem usar algum sobrenome por não gostar da família do pai ou da mãe ou por terem tido um pai ausente e então querem tirar ou não querem usar nem na sua assinatura.

Antigamente o nome era tão importante que era usado pelo seu simbolismo. Em algumas culturas o nome era somente revelado no momento que a criança era batizada. O pai assoprava no seu ouvido três vezes o nome e só depois revelava aos presentes que o pronunciavam em voz alta.Em outras culturas depois que a pessoa morria seu nome nunca mais era pronunciado.

Ao nascer recebemos um nome que é a nossa identificação o nosso código. Tudo precisa ser nomeado: cadeira, vaso, carro etc. Antigamente tudo era representado por símbolos e depois surgiram os números até que se chegasse à forma que hoje são usados.

O número de pessoas era infinitamente menor e então eram conhecidas como: João o carpinteiro, Tereza, filha de José ou o filho primeiro ou o filho do meio ou qualquer outra denominação que os identificassem.

Com o aumento da população foi necessáriaa divisão em grupos e então surgiram as famílias Silva, Sousa, Tavares, Moraes para que os núcleos fossem identificados.

Quando recebemos um sobrenome da família materna ou paterna recebemos também uma herança genética que pode ser uma dívidas cármicas ou dons adquiridos dos nossos ancestrais.

Por exemplo: da família Silva a herança deixada é a generosidade o desejo de ajudar ao próximo, a arte expressa em forma do gosto pela musica ou literatura. Da família Moraes a herança deixada pode ser o espírito guerreiro a ousadia a ambição ou da família Vieira a ousadia, o pioneirismo a vontade de conquistar pelos próprios esforços.

Infelizmente pode se herdar também uma bagagem de dívidas adquiridas espiritualmente pelas gerações que nos antecederam. Quantas famílias estão fadadas a sofrer perdas materiais ou quantas passam sempre pelo mesmo processo de tragédias como ocorreu com as famílias Kennedy ou Onassis.  

Quando a mulher se casa e adota o sobrenome da família do marido, pode também estar adquirindo toda a dívida dessa família.

Em alguns países como Espanha ou China o sobrenome da família materna é colocado na frente quando na maioria das culturas o sobrenome da família do pai é que tem um peso maior sendo o último ou até o único a ser assinado.

Hoje ao se casar a mulher tem a opção de não adotar o sobrenome do marido. Antigamente a mulher tirava totalmente o sobrenome do pai e adotava somente o da família do seu marido, como se daquele momento em diante ela não pertencesse mais a sua família.

Eu tive um caso engraçado de uma moça que ao se casar o pai exigiu que ela tirasse totalmente o seu sobrenome alegando não querê-la mais de volta.

Portanto minha gente usar ou não um nome ou um sobrenome de família independe de gostar ou não gostar e sim do que tudo isso representa no seu trajeto evolutivo.

Ao nascer assumimos um acordo e se o nosso nome estiver em harmonia com esse acordo tudo ficará mais fácil.

E como ficam os nomes passados de pai para filho como Junior, Filho, Neto, etc., eles interferem na vibração de um nome? Claro que sim. Tudo faz parte do nome e devem ser analisados e somados ao ser feito o Estudo Numerológico.

E qual a melhor forma para se assinar um nome? Abreviar ou usar o nome inteiro? Assinar é deixar a sua presença registrada, portanto o nome deve ser nítido e nunca deve ter traços que voltem para traz ou para baixo.A pessoa pode ter uma assinatura para usar em cheques e outra assinatura para a sua atividade profissional, depende muito do que ela precisa para o momento.  A escolha ideal de uma assinatura vai depender do dia de seu o nascimento para que se saiba qual é o acordo que ela pertence.

Portanto, meu caro amigo leitor o nome é uma chave que pode abrir ou fechar todas as portas. Aprenda a conhecer tudo o que ele representa e com certeza você não vai se arrepender!

Anah Maria Liborio

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